Resoluções de bem-estar para 2026: como transformar intenção em performance
Última alteração 9 de jan. de 2026

O novo ano chega com um recado direto para os líderes de RH: boas intenções já não sustentam o bem-estar no trabalho. As expectativas dos colaboradores evoluíram, e os impactos aparecem onde mais importa — produtividade, engajamento e retenção.
Muitas empresas ainda entram no ciclo anual repetindo promessas amplas e pouco acionáveis. Falta métrica. Falta priorização. Falta conexão direta entre bem-estar e resultados do negócio. Em um cenário de pressão por performance e equipes mais exigentes, esse modelo perde força rapidamente.
Dados do Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 reforçam um ponto decisivo. Quando o bem-estar é tratado como estratégia, e não como benefício isolado, os indicadores respondem. Burnout recua. O foco melhora. A rotatividade diminui. Pesquisas de pulso, absenteísmo e uso de benefícios ajudam o RH a sair da reação constante e avançar para decisões mais planejadas.
O momento abre uma oportunidade concreta para mudar o jogo. Transformar bem-estar em resoluções claras, mensuráveis e alinhadas aos objetivos da empresa. Não como um projeto paralelo, mas como parte da base da performance sustentável.
Chegou a hora de ir além do discurso genérico. Estruture metas que possam ser acompanhadas ao longo do ano e gere impacto real para as pessoas e para o negócio.

Bem-estar como base da performance em 2026
O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 deixa claro: profissionais performam melhor quando conseguem cuidar da própria saúde física, mental e emocional. Mesmo assim, muitas empresas ainda tentam impulsionar resultados focando apenas em processos, ferramentas e metas de curto prazo. O problema é que performance sem bem-estar não se sustenta.
Resoluções de bem-estar bem definidas ajudam os colaboradores a gerenciar energia — não apenas tempo. Flexibilidade, ambientes que favorecem o foco, incentivo ao movimento e apoio à recuperação do estresse criam condições para entregas mais consistentes ao longo do ano. Em vez de picos seguidos de exaustão, as equipes constroem ritmo e qualidade.
Em 2026, produtividade e bem-estar não competem entre si. Eles caminham juntos. Empresas que reconhecem isso saem na frente ao transformar resoluções em práticas diárias, visíveis e apoiadas pela liderança.
Resoluções mensuráveis: o que diferencia 2026
Para que as resoluções de bem-estar funcionem, elas precisam ir além da intenção. Tratar bem-estar como métrica organizacional (e não apenas como benefício) é o que diferencia empresas que avançam daquelas que ficam no discurso. O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 mostra uma diferença consistente nos níveis de bem-estar percebido entre colaboradores que têm acesso a programas estruturados e aqueles que não têm.
Medir bem-estar de forma contínua permite acompanhar evolução, ajustar rotas e gerar responsabilidade compartilhada. Pesquisas regulares, dados de adesão aos programas e indicadores indiretos, como faltas e turnover, ajudam a transformar resoluções em progresso real. Em 2026, bem-estar bem-sucedido é aquele que pode ser acompanhado, ajustado e celebrado.
5 resoluções de bem-estar para 2026
Chega de promessas genéricas de bem-estar. Em 2026, o desafio é definir resoluções que realmente movam os indicadores certos. Bem-estar já não é um diferencial simbólico. Ele é um motor de performance, uma alavanca de retenção e uma vantagem competitiva real para as empresas que levam o tema a sério.
Ainda assim, muitas organizações continuam tratando bem-estar como um projeto paralelo. Isso é uma oportunidade perdida. Quando os colaboradores se sentem apoiados de forma consistente, eles não apenas se sentem melhor. Eles trabalham com mais clareza, permanecem mais tempo na empresa e entregam com mais consistência ao longo do ano.
Enquanto isso, a queda de engajamento, presenteísmo e rotatividade associada ao esgotamento seguem custando caro. O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 mostra que esses impactos não são pontuais. Eles se acumulam e afetam diretamente a sustentabilidade do negócio.
A boa notícia é que líderes de RH podem mudar esse cenário ao definir resoluções de bem-estar claras, mensuráveis e conectadas aos objetivos da empresa. Em vez de iniciativas isoladas, o foco passa a ser impacto real.
Em 2026, vale pular o discurso vazio. O momento é de estabelecer metas que possam ser acompanhadas, ajustadas e celebradas ao longo do ano.

Resolução 1: Reduzir os níveis de burnout em 2026
O burnout continua sendo uma das principais ameaças ao bem-estar no trabalho. O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 revela que a grande maioria dos profissionais relatou sintomas de esgotamento no último ano, muitos deles de forma recorrente. Isso não é apenas um alerta para a saúde das pessoas. É um sinal claro de risco para a performance das organizações.
Colaboradores em burnout têm maior probabilidade de buscar novas oportunidades, sentem menos confiança na própria entrega e tendem a se ausentar mais, física ou mentalmente. O impacto aparece em produtividade, clima e custos de rotatividade. Por isso, reduzir burnout precisa ser uma resolução estratégica para 2026.
Como medir o burnout
Burnout pode parecer subjetivo, mas é mensurável quando as perguntas certas são feitas. Para começar:
- Pesquisas de pulso trimestrais com foco em exaustão emocional, carga de trabalho e recuperação do estresse.
- Perguntas diretas sobre frequência de sensação de cansaço, sobrecarga ou desconexão.
- Indicadores de RH como picos de absenteísmo, acúmulo de férias não tiradas e aumento de turnover.
Acompanhar esses dados ao longo do tempo ajuda a identificar onde o problema está concentrado e se as ações estão funcionando.
Como reduzir o burnout na prática em 2026
Uma resolução só funciona quando vem acompanhada de um plano claro. Para tirar essa meta do papel:
Gerencie melhor a carga de trabalho
Sobrecarga continua sendo uma das principais causas de burnout. Rever prioridades, redistribuir demandas e capacitar gestores para apoiar a organização do trabalho faz toda a diferença no dia a dia.
Inclua pausas no ritmo de trabalho
Pequenas pausas, blocos sem reuniões e momentos longe da tela ajudam na recuperação mental. Não é sobre trabalhar menos, é sobre trabalhar melhor.
Apoie a recuperação emocional
Oferecer acesso a terapia, mindfulness e recursos de bem-estar reduz o estigma e incentiva o cuidado contínuo. Check-ins rápidos em reuniões ajudam a criar um ambiente mais seguro para conversas honestas.
Capacite gestores para agir cedo
Gestores bem preparados conseguem identificar sinais de esgotamento antes que eles se agravem. Intervenções precoces evitam afastamentos e perdas maiores.
Torne o bem-estar inegociável
Quando o uso de férias é incentivado e metas de bem-estar entram nos objetivos de liderança, a mensagem é clara: cuidar das pessoas faz parte da estratégia.
Resolução 2: Aumentar a produtividade em 2026
Produtividade continua sendo uma prioridade para 2026. Mas o caminho para alcançá-la está cada vez mais claro: pessoas que se sentem bem trabalham melhor. O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 mostra que a maioria dos profissionais afirma ter melhor desempenho quando consegue priorizar o próprio bem-estar, especialmente quando esse cuidado é apoiado pela empresa.
Apesar disso, muitas organizações ainda tentam impulsionar produtividade apenas de cima para baixo, por meio de processos, tecnologia ou avaliações de performance. Essas iniciativas são importantes, mas insuficientes quando descoladas da experiência real das pessoas.
Em 2026, a resolução é clara: aumentar a produtividade apoiando o bem-estar no dia a dia de trabalho.
Como medir produtividade
Para acompanhar essa resolução, é importante combinar indicadores objetivos e percepções dos colaboradores:
- Produtividade autorrelatada: inclua perguntas simples nas pesquisas trimestrais, como “Em uma escala de 1 a 10, quão produtivo você se sente no seu dia de trabalho?”.
- Entrega por colaborador: acompanhe tarefas concluídas, projetos entregues ou chamados resolvidos por headcount ou horas trabalhadas.
- Indicadores de engajamento: use dados dos sistemas internos de RH, como informações de pessoas, ponto, faltas e rotatividade, junto com pesquisas de clima ou pulso já realizadas, para entender se as pessoas estão focadas, com energia e em condições de entregar bons resultados.
Estabeleça um ponto de partida e revise esses dados ao longo do ano para acompanhar a evolução.
Como impulsionar produtividade por meio do bem-estar
Produtividade e performance caminham juntos. Quando a empresa cria condições para que as pessoas tenham mais energia, foco e recuperação, os resultados aparecem de forma consistente. A seguir, veja práticas objetivas para aplicar isso no dia a dia.
Comece pela flexibilidade
Modelos rígidos não refletem como as pessoas produzem melhor. Sempre que possível, ofereça flexibilidade de horários, trabalho assíncrono ou foco em entregas. Isso ajuda os colaboradores a gerenciar energia e não apenas cumprir horas.
Crie ambientes que favoreçam foco e recuperação
Para equipes presenciais, áreas silenciosas e espaços de descanso fazem diferença. Para equipes remotas, apoios como ergonomia ou acesso a coworkings ajudam a criar condições melhores de concentração.
Incentive o movimento ao longo do dia
Movimento melhora foco, humor e energia. Reuniões caminhando, pausas ativas e intervalos curtos ajudam a quebrar o sedentarismo. O acesso a academias, estúdios e atividades físicas amplia ainda mais esse impacto.
Atue sobre os verdadeiros bloqueadores de produtividade
Produtividade não é só entrega. É também sono, saúde mental e capacidade de lidar com o estresse. Educação sobre sono, acesso a mindfulness e apoio psicológico ajudam a reduzir o presenteísmo e a queda de performance.
Normalize a performance sustentável
Longas jornadas não devem ser confundidas com alta performance. Estabelecer normas claras sobre horários, pausas e uso de férias ajuda a criar uma cultura onde eficiência e equilíbrio caminham juntos.
Gestores têm papel central nesse processo. Check-ins regulares sobre energia e carga de trabalho são tão importantes quanto acompanhar indicadores de negócio.
Resolução 3: Melhorar os níveis de bem-estar em 2026
Burnout, absenteísmo e queda de engajamento são sintomas. A raiz do problema é mais profunda: bem-estar insuficiente no dia a dia de trabalho. O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 mostra que pouco mais da metade dos profissionais avalia seu bem-estar como bom ou positivo, um recuo relevante em relação ao ano anterior. Esse dado reforça a urgência de tratar o tema como prioridade estratégica em 2026.
A boa notícia é que o bem-estar é mensurável e, mais importante, pode ser melhorado. Profissionais com acesso a programas estruturados de bem-estar relatam níveis significativamente mais altos de saúde física, mental e emocional. Essa diferença revela uma oportunidade clara para as empresas que desejam avançar de forma consistente.
Em 2026, a resolução é objetiva: melhorar os níveis de bem-estar dos colaboradores com metas claras e acompanhamento contínuo. Isso impacta satisfação, engajamento e retenção, além de fortalecer a cultura organizacional.
Como medir os níveis de bem-estar
Bem-estar é subjetivo, mas não é abstrato. Ele pode (e deve) ser acompanhado de forma estruturada:
- Inclua perguntas consistentes nas pesquisas trimestrais, como “Como você avalia seu bem-estar no trabalho atualmente?”.
- Avalie se os colaboradores sentem que têm tempo e apoio para cuidar da saúde física, mental e emocional durante a rotina de trabalho.
- Acompanhe dados de uso de benefícios e recursos de bem-estar.
- Observe indicadores indiretos, como faltas, licenças médicas e padrões de férias.
Defina uma linha de base e acompanhe a evolução ao longo do ano para entender o impacto real das iniciativas.

Como melhorar o bem-estar de forma estruturada em 2026
Melhorar o bem-estar de forma estruturada em 2026 passa menos por iniciativas pontuais e mais por decisões consistentes. Quando o tema ganha prioridade estratégica, apoio da liderança e espaço real na rotina, ele deixa de ser discurso e vira prática.
A seguir, veja caminhos claros para transformar o bem-estar em parte do funcionamento da empresa, e não apenas em um benefício adicional.
Trate bem-estar como métrica organizacional
Em 2026, bem-estar precisa estar no mesmo nível de outras métricas estratégicas. Isso significa reportar resultados, envolver a liderança e garantir orçamento adequado. Quando líderes acompanham dados de impacto com regularidade, o compromisso com o tema se fortalece.
Amplie o acesso a benefícios de bem-estar integral
Muitos colaboradores ainda têm acesso limitado a recursos que fazem diferença real. Programas eficazes oferecem suporte físico, mental, emocional e social — incluindo atividade física, terapia, mindfulness, nutrição e flexibilidade no trabalho.
Crie espaço para o cuidado durante o expediente
Um dos maiores obstáculos ao bem-estar é a falta de tempo. Incentivar pausas, reservar janelas de bem-estar na agenda e normalizar esses momentos ajuda a transformar intenção em hábito.
Torne o bem-estar visível na cultura
Quando o tema aparece em reuniões, rituais de equipe e reconhecimento, ele deixa de ser invisível. Pequenas ações — como check-ins de energia ou celebração de hábitos saudáveis — reforçam a mensagem de que o cuidado é valorizado.
Ofereça autonomia e personalização
Bem-estar não é igual para todos. Quanto mais liberdade os colaboradores têm para escolher como cuidar de si, maior tende a ser o engajamento. Programas flexíveis e personalizáveis aumentam adesão e impacto.
Resolução 4: Aumentar o engajamento por meio do bem-estar em 2026
Produtividade, retenção e inovação têm algo em comum: engajamento. Em 2026, fica cada vez mais claro que o engajamento dos colaboradores está profundamente ligado à forma como o bem-estar é vivido no dia a dia. O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 reforça esse ponto ao mostrar que profissionais que se sentem apoiados tendem a se envolver mais com o trabalho e com as equipes.
Durante anos, o engajamento foi tratado como responsabilidade individual ou restrito a iniciativas pontuais. Em 2026, essa lógica não se sustenta. Engajamento cresce quando o bem-estar deixa de ser um esforço solitário e passa a fazer parte da experiência coletiva de trabalho. Essa é a resolução: usar o bem-estar como alavanca de engajamento.
Como medir engajamento
Para acompanhar essa resolução, combine diferentes fontes de dados:
- Pesquisas de engajamento trimestrais, com perguntas consistentes e comparáveis ao longo do tempo.
- Participação em programas de bem-estar, observando a relação entre uso e níveis de engajamento.
- Indicadores de intenção de saída, avaliando se os colaboradores se sentem conectados e motivados a permanecer.
Analisar esses dados de forma integrada ajuda a identificar padrões e oportunidades de melhoria.
Como aumentar o engajamento por meio do bem-estar
O engajamento cresce quando o bem-estar faz parte da experiência diária de trabalho. Ao integrar cuidado, diálogo e reconhecimento à rotina das equipes, a empresa fortalece vínculos e aumenta a conexão das pessoas com o trabalho. A seguir, veja ações práticas para gerar esse impacto no dia a dia.
Transforme o bem-estar em experiência de equipe
Atividades compartilhadas fortalecem vínculos e senso de pertencimento. Desafios coletivos, ações em grupo e iniciativas que envolvem diferentes áreas ajudam a criar conexão além das tarefas do dia a dia.
Reconheça comportamentos que sustentam o bem-estar
O que a empresa reconhece tende a se repetir. Valorizar atitudes que promovem equilíbrio, colaboração e cuidado reforça uma cultura mais saudável e engajada.
Prepare gestores para falar sobre bem-estar
O diálogo sobre energia, estresse e carga de trabalho precisa ser natural. Capacitar gestores para conduzir essas conversas de forma respeitosa e prática reduz o distanciamento entre equipes e liderança.
Integre o bem-estar à jornada do colaborador
Desde a integração até os rituais de equipe, o bem-estar deve aparecer de forma consistente. Quanto mais presente ele estiver na experiência do colaborador, maior tende a ser o engajamento.
Ouça as pessoas e aja com base no feedback
O engajamento cresce quando os colaboradores percebem que sua voz gera mudanças reais. Pesquisas, escutas e grupos focais só funcionam quando resultam em ações visíveis e comunicação clara.
Resolução 5: Reduzir a rotatividade ligada ao bem-estar em 2026
Em 2026, retenção de talentos está cada vez menos ligada apenas a salário ou plano de carreira. Ela passa, de forma crescente, por uma pergunta simples: as pessoas sentem que seu bem-estar é realmente apoiado? O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 mostra que uma parcela significativa dos profissionais considera deixar empresas que não priorizam o cuidado com a saúde física, mental e emocional.
Isso transforma o bem-estar em um fator financeiro, além de cultural. A rotatividade associada ao esgotamento, ao estresse crônico e à falta de apoio gera custos diretos e indiretos elevados. Por isso, a resolução para 2026 é clara: reduzir a rotatividade relacionada à falta de bem-estar, tratando o tema como parte central da estratégia de retenção.
Como medir a rotatividade relacionada ao bem-estar
Embora esse indicador pareça difícil de isolar, ele pode ser acompanhado com as ferramentas certas:
- Pesquisas de desligamento, incluindo perguntas específicas sobre bem-estar e suporte recebido.
- Entrevistas de permanência, para entender o que mantém as pessoas na empresa ou o que poderia levá-las a sair.
- Análise de turnover por área, liderança e tempo de casa, cruzando esses dados com indicadores de bem-estar e uso de benefícios.
Perguntas diretas, como “Você se sente apoiado no seu bem-estar aqui?”, funcionam como sinais antecipados de risco de saída.
Como usar o bem-estar para reter talentos em 2026
Reter talentos em 2026 exige consistência no cuidado com as pessoas. Quando flexibilidade, liderança e acesso aos benefícios fazem parte da experiência real de trabalho, o vínculo se fortalece. A seguir, veja ações práticas para manter esse cuidado no dia a dia.
Ofereça flexibilidade que faça sentido para diferentes realidades
Flexibilidade não é única para todos. Entender as necessidades de diferentes perfis e funções ajuda a reduzir frustrações que levam ao desligamento.
Prepare gestores para atuar como aliados da retenção
Gestores são o primeiro ponto de contato quando o bem-estar começa a se deteriorar. Check-ins frequentes, escuta ativa e ajustes após períodos de alta pressão fazem diferença real.
Comunique os benefícios de bem-estar de forma contínua
Quando as pessoas não sabem o que existe, não usam e não valorizam. Comunicação clara e recorrente aumenta adesão e percepção de cuidado.
Garanta acesso equitativo aos programas
Diferenças de acesso entre áreas, turnos ou modelos de trabalho geram sensação de injustiça. Retenção passa por equidade.
Integre o bem-estar à proposta de valor ao colaborador
Desde o recrutamento até a comunicação interna, o bem-estar precisa aparecer como parte real da experiência de trabalho — sustentado por ações, não apenas promessas.
Bem-estar como estratégia real de performance em 2026
Boas intenções já não bastam para enfrentar burnout, queda de produtividade e alta rotatividade. Quando o bem-estar fica restrito a promessas genéricas, os indicadores não reagem e o RH segue apagando incêndios ao longo do ano.
Programas de bem-estar estruturados ajudam você a sair do discurso e avançar para impacto real. Dados do Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 indicam que 61% dos colaboradores com acesso a programas estruturados avaliam seu bem-estar como bom ou ótimo, contra apenas 40% entre quem não conta com esse suporte.
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Referências
- WELLHUB. Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026. Acessado em janeiro de 2026, em https://wellhub.com/br/relatorios/panorama-do-bem-estar-corporativo-2026.
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A Equipe Editorial do Wellhub traz aos líderes de RH as informações necessárias para promover o bem-estar dos colaboradores. Em um cenário profissional em rápida evolução, nossas pesquisas, análises de tendências e guias práticos são ferramentas importantes para levar cada vez mais satisfação e saúde ao ambiente de trabalho.
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