Como engajar colaboradores em programas de bem-estar de forma sustentável
Última alteração 11 de fev. de 2026

Sua empresa investe em benefícios de academia, terapia, mindfulness e plataformas digitais. A liderança apoia, o orçamento existe e a comunicação interna reforça a importância do cuidado. Nos primeiros meses, o engajamento cresce. Depois, desacelera — e a frustração começa.
O problema não está na falta de interesse. O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026, do Wellhub, mostra que 86% dos colaboradores consideram o bem-estar tão importante quanto o salário, e 90% relatam ter enfrentado sintomas de burnout no último ano. No Brasil, os afastamentos por transtornos mentais seguem em alta, segundo o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho.
A demanda é clara e urgente. Então, por que a adesão perde força?
A resposta aparece quando se observa a experiência entregue. Apenas 29% dos colaboradores dizem estar satisfeitos com as iniciativas de bem-estar oferecidas pelas empresas. Existe desejo por cuidado, mas ele não se sustenta quando não se conecta à rotina, às metas e à liderança.
Para líderes de RH, o desafio evoluiu. Não basta oferecer acesso ou comunicar uma iniciativa. É preciso incorporar o cuidado à cultura, aos indicadores e ao comportamento da liderança. Quando metas contradizem pausas e gestores não modelam práticas sustentáveis, a estratégia perde credibilidade.
O verdadeiro diferencial não está no benefício em si, mas na capacidade de transformar cuidado em comportamento recorrente e alinhado ao negócio. É essa consistência que sustenta engajamento, fortalece a retenção e protege a performance no longo prazo.

O que significa engajar colaboradores em programas de bem-estar hoje?
Engajamento não pode ser confundido com adesão pontual, porque apenas o número de inscritos não representa mudança real de comportamento. Participar de um desafio ou acessar o benefício uma vez não significa que o colaborador incorporou o cuidado à sua rotina.
Engajar é criar constância e integrar o bem-estar ao dia a dia profissional de forma natural, para que ele deixe de competir com metas e prazos e passe a sustentá-los. Quando o colaborador percebe que pode cuidar da saúde física e mental com apoio da empresa e espaço real na agenda, a iniciativa deixa de ser um benefício paralelo e começa a fazer parte da cultura organizacional.
Como as prioridades dos colaboradores mudaram nos últimos anos?
A transformação é comportamental, e os dados deixam isso muito claro. Segundo o Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026, 64% dos colaboradores afirmam priorizar mais o bem-estar hoje do que há cinco anos. Não estamos falando de discurso, e sim de mudança real de rotina.
Essa evolução aparece nas escolhas do dia a dia: 59% utilizam a atividade física como principal estratégia para lidar com o estresse, 56% passaram a priorizar o sono e 47% buscam conexões sociais como forma de equilíbrio. O bem-estar deixou de ser algo reservado ao “tempo livre” e passou a ser uma decisão ativa para sustentar energia, foco e saúde mental no longo prazo.
E isso muda tudo.
Quando o colaborador incorpora o bem-estar como parte da própria identidade e da forma como organiza a vida, ele também passa a usar esse critério para avaliar onde quer trabalhar. A pergunta estratégica para o RH deixa de ser “devemos investir em bem-estar?” e passa a ser outra, muito mais urgente: a nossa cultura está acompanhando essa transformação?
Por que a cultura organizacional define o sucesso do engajamento?
Nenhuma iniciativa de bem-estar se sustenta quando a cultura envia sinais contrários.
O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 mostra que apenas 17% dos colaboradores concordam plenamente que o bem-estar está integrado à cultura organizacional, o que revela uma desconexão ainda significativa entre discurso e prática.
Quando metas são tratadas como incompatíveis com pausas, quando líderes valorizam disponibilidade constante e quando o cuidado aparece como exceção — e não como parte legítima da rotina — a mensagem implícita é clara: produtividade vem antes da saúde.
Engajar colaboradores em programas de bem-estar exige coerência estrutural. A cultura precisa criar condições reais para que o cuidado aconteça sem culpa ou penalização informal, porque, sem essa base, qualquer iniciativa tende a perder força ao longo do tempo.
Por que os programas de bem-estar falham em gerar engajamento contínuo?
Se os colaboradores já reconheceram a importância do bem-estar e as empresas estão ampliando seus investimentos em benefícios, por que o engajamento ainda oscila ao longo do tempo?
A resposta passa por três dimensões críticas: cultura, comunicaçãoe fricção operacional.
Muitos programas não fracassam por falta de qualidade ou intenção, mas por falta de integração. São iniciativas bem estruturadas, porém desconectadas da rotina real dos colaboradores e das dinâmicas da organização.
Quando o bem-estar aparece como um projeto paralelo, e não como parte da estratégia, ele perde relevância no dia a dia. E iniciativas isoladas raramente sustentam mudança de comportamento no longo prazo.
Quando o bem-estar não está integrado à cultura organizacional
O primeiro ponto de falha é estrutural. Quando o modelo de gestão valoriza disponibilidade constante, jornadas extensas e respostas imediatas, qualquer iniciativa de cuidado passa a operar em contradição com a própria dinâmica do trabalho.
O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 mostra que a percepção de integração do bem-estar à cultura ainda é limitada, o que revela um desalinhamento entre discurso e prática. Para muitos colaboradores, o cuidado continua sendo visto como algo adicional — não como parte legítima da forma de trabalhar.
Esse desalinhamento gera um efeito silencioso: o colaborador entende que usar o benefício pode ser interpretado como falta de comprometimento. Mesmo quando a política permite, a cultura informal desencoraja.
A Gallup reforça esse ponto no relatório State of the Global Workplace 2024, ao demonstrar que gestores têm impacto direto na experiência emocional das equipes e que ambientes com liderança apoiadora apresentam maior engajamento e menor rotatividade.
Cultura não é o que está no manual. É o que é incentivado (e recompensado) todos os dias.
Quando a comunicação é pontual, e não estratégica
Outro erro recorrente é tratar o programa de bem-estarcomo um evento. O lançamento costuma ser forte, visualmente bem produzido, com campanhas internas, webinars e grande mobilização. Depois disso, a frequência de comunicação diminui e o tema perde espaço na rotina organizacional.
O problema é que comportamento não muda por exposição única. Ele muda por reforço contínuo.
O relatório Future of Wellness 2025, da McKinsey, destaca que consumidores estão cada vez mais engajados com plataformas que oferecem acompanhamento recorrente, personalização e feedback constante. Fora da empresa, o colaborador já está habituado a interações frequentes por meio de aplicativos de saúde, treinos guiados e métricas em tempo real. O ambiente corporativo precisa acompanhar esse padrão.
Engajar colaboradores em programas de bem-estar exige comunicação consistente e integrada à dinâmica da organização. Isso significa incluir o tema nas reuniões de liderança, compartilhar dados de adesão e impacto, divulgar histórias reais e manter o assunto presente nas conversas do dia a dia.
Quando o bem-estar deixa de ser campanha e passa a ser pauta permanente, o engajamento tende a se sustentar.
Quando barreiras práticas reduzem a adesão
Mesmo quando cultura e comunicação estão alinhadas, fricções operacionais podem comprometer o engajamento.
O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 mostra que a principal barreira para o cuidado é a falta de tempo, seguida por baixa energia e custo. Isso revela um ponto crítico: a iniciativa precisa ser simples, acessível e adaptável à realidade do colaborador.
Se o acesso é burocrático, se a navegação na plataforma gera dúvidas ou se as opções não contemplam diferentes rotinas — presencial, híbrida e remota — a tendência natural é o adiamento. E, quando o adiamento vira padrão, o engajamento não diminui, ele desaparece.
O que sustenta o engajamento ao longo do tempo?
Superadas as falhas estruturais, o próximo passo é entender o que realmente sustenta o engajamento ao longo do tempo. A continuidade não depende apenas da oferta do benefício, mas de fatores psicológicos e organizacionais que favorecem a formação de hábito.
Engajar colaboradores em programas de bem-estar não é apenas criar oportunidade de acesso. É construir um ambiente que facilite a repetição, reduza barreiras e normalize o cuidado como parte da rotina profissional. Quando o contexto apoia o comportamento, a adesão deixa de depender de motivação momentânea e passa a ser sustentada por estrutura.
É aí que o engajamento deixa de oscilar e começa a se consolidar.

Liderança como modelo visível de comportamento
A influência da liderança é determinante para sustentar o engajamento. Quando gestores utilizam os próprios benefícios, respeitam horários e incentivam pausas, eles legitimam o comportamento para suas equipes. O que é permitido no discurso precisa ser visível na prática.
O relatório Health on Demand 2025, da Mercer, mostra que colaboradores demonstram maior confiança na organização e menor intenção de desligamento quando percebem um compromisso genuíno da liderança com saúde e bem-estar. Não se trata apenas de oferecer benefícios, mas de sinalizar, por meio de atitudes concretas, que o cuidado é valorizado.
Se o líder responde mensagens às 23h, não tira férias ou demonstra culpa ao se ausentar, a mensagem implícita é clara. E essa mensagem pesa mais do que qualquer campanha interna.
Pertencimento como motor de constância
Outro fator decisivo para sustentar o engajamento é o senso de comunidade. O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 mostra que 62% dos colaboradores consideram o apoio social essencial para manter hábitos saudáveis e que 83% afirmam que participariam mais de iniciativas de bem-estar se elas tivessem um componente coletivo.
Esse dado ajuda a explicar por que desafios em grupo, metas compartilhadas e comunidades internas costumam gerar maior adesão ao longo do tempo. O comportamento coletivo cria responsabilidade compartilhada. Quando colegas participam, o engajamento deixa de ser uma decisão isolada e passa a ser uma experiência social.
No contexto brasileiro, em que vínculos interpessoais têm peso significativo na cultura organizacional, esse elemento tende a ganhar ainda mais relevância. Iniciativas que fortalecem conexões não apenas incentivam hábitos saudáveis, mas também reforçam pertencimento e colaboração.
Percepção de impacto como reforço comportamental
Além do pertencimento, existe a percepção de resultado.
O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 mostra que 89% dos colaboradores afirmam que, quando priorizam o bem-estar, conseguem melhorar o desempenho profissional. Esse é um ponto decisivo. Quando o colaborador percebe aumento de foco, mais energia ao longo do dia e maior clareza mental, o benefício deixa de parecer um acessório. Ele passa a ser uma ferramenta concreta de performance.
Esse reconhecimento é o que transforma motivação extrínseca em motivação intrínseca. O cuidado deixa de depender de incentivo externo e passa a ser sustentado pela própria experiência de ganho — um elemento essencial para a manutenção de hábitos no longo prazo.
Como estruturar uma estratégia consistente de engajamento?
Depois de entender por que programas falham e o que realmente sustenta o engajamento, o próximo passo é estruturar uma estratégia intencional. Engajar colaboradores em programas de bem-estar não acontece por acaso: é resultado de desenho organizacional e coerência na execução.
Uma estratégia consistente conecta diagnóstico, liderança, comunicação, tecnologia e mensuração. Quando esses elementos operam de forma isolada, o impacto tende a ser limitado e pontual. Quando atuam de maneira integrada, o engajamento deixa de depender de campanhas específicas e passa a fazer parte da dinâmica da empresa.
É essa integração que transforma iniciativa em cultura, e cultura em resultado sustentável. A seguir, veja alguns passos essenciais para começar essa construção de forma estruturada e estratégica:
Comece pelo diagnóstico real da organização
Antes de expandir benefícios, é essencial compreender o contexto interno. Quais são as principais fontes de estresse na sua organização? Existe sobrecarga concentrada em determinadas áreas? O desafio está no excesso de reuniões, em metas incompatíveis com a capacidade das equipes ou na falta de clareza estratégica?
Dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho indicam crescimento relevante nos afastamentos por transtornos mentais no Brasil nos últimos anos, o que reforça o impacto direto das condições organizacionais sobre a saúde dos trabalhadores.
Esse cenário deixa um alerta claro: programas padronizados dificilmente resolvem dores específicas. Um diagnóstico interno consistente — por meio de pesquisas de clima, escuta ativa com lideranças e análise de indicadores como absenteísmo e rotatividade — permite que o programa de bem-estar responda à realidade da empresa, e não a uma tendência genérica de mercado.
Engajar colaboradores em programas de bem-estar começa com escuta qualificada.
Estruture a comunicação como processo, não como campanha
Uma estratégia consistente transforma a comunicação em rotina. Isso significa integrar o tema do bem-estar aos rituais organizacionais, e não limitá-lo a ações pontuais ou campanhas isoladas.
Na prática, isso pode incluir o compartilhamento mensal de dados agregados de uso do programa, o reforço de benefícios ainda pouco explorados e a divulgação de relatos de colaboradores que perceberam impacto real na qualidade de vida. Essa narrativa contínua reduz a percepção de que o bem-estar é um acessório e reforça sua relevância estratégica.
Além disso, levar o tema para reuniões de liderança amplia sua legitimidade. Quando o cuidado passa a fazer parte das conversas estratégicas, ele deixa de ser uma iniciativa operacional e ganha peso organizacional.
Use tecnologia para reduzir fricção e ampliar alcance
Tecnologia não substitui cultura, mas amplia acesso e consistência.
O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 mostra que 62% dos colaboradores utilizam ferramentas digitais de bem-estar ao menos semanalmente, o que indica que o comportamento digital já faz parte da rotina.
Plataformas integradas permitem centralizar o acesso aos benefícios, personalizar recomendações e acompanhar dados de uso em tempo real. Esse nível de organização reduz barreiras iniciais, facilita a experimentação e torna o cuidado mais acessível para diferentes perfis e formatos de trabalho.
Quanto menor a fricção, maior a probabilidade de adesão. E quanto mais personalizada a experiência, maior a chance de continuidade.
Como medir o sucesso do engajamento e garantir sustentabilidade?
Medir não é apenas justificar investimentos, mas ajustar a estratégia. Engajar colaboradores em programas de bem-estar exige acompanhamento contínuo de indicadores que revelem tanto o comportamento quanto o impacto organizacional.
A seguir, veja quais métricas priorizar para transformar dados em decisões estratégicas:
Indicadores de uso e recorrência
A primeira camada de mensuração envolve comportamento: frequência de acesso, diversidade de modalidades utilizadas e retenção na plataforma ao longo do tempo.
Não basta saber quantos colaboradores se cadastraram. É fundamental entender quantos utilizam o programa de forma recorrente e quantos mantêm o uso após os primeiros 90 dias, quando o entusiasmo inicial tende a diminuir.
O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 mostra que colaboradores com acesso a programas estruturados apresentam níveis mais elevados de bem-estar geral. Esse dado reforça um ponto central: constância é a variável-chave para gerar impacto real.
Indicadores de impacto organizacional
A segunda camada conecta o programa a métricas estratégicas, como absenteísmo, turnover voluntário, engajamento em pesquisas internas e até indicadores de saúde ocupacional.
O relatório ROI do Bem-Estar: A Visão dos CEOs, do Wellhub, mostra que 82% dos CEOs relatam ROI positivo em seus programas de bem-estar e 73% associam essas iniciativas à melhoria na retenção. Esses dados reforçam que o impacto vai além da experiência individual e alcança resultados organizacionais concretos.
Quando o RH consegue correlacionar aumento de adesão com redução de afastamentos ou melhora nos indicadores de clima, o programa deixa de ser percebido como benefício complementar e passa a ocupar espaço legítimo na estratégia de negócio.
Tendências que consolidam o bem-estar como estratégia de negócio
O futuro do engajamento não está em ampliar benefícios isolados, mas em integrar dimensões e personalizar experiências. À medida que o bem-estar se consolida como prioridade para os colaboradores, ele também se transforma em uma alavanca estratégica para o negócio.
Integração entre dimensões física, mental e social
O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026 mostra que 95% dos colaboradores reconhecem que as dimensões física, mental e social do bem-estar estão interligadas. Esse dado impõe um novo padrão: programas fragmentados já não respondem às expectativas da força de trabalho.
Oferecer apenas atividade física não é suficiente. O colaborador busca suporte emocional, orientação nutricional, qualidade de sono, conexões sociais e flexibilidade organizacional. Ele entende que energia, foco e desempenho são resultado da combinação desses fatores.
O relatório Future of Wellness 2025, da McKinsey, reforça esse movimento ao apontar que consumidores valorizam experiências completas e personalizadas no cuidado com a saúde. No ambiente corporativo, essa lógica se mantém. Programas integrados aumentam relevância, reduzem dispersão e fortalecem o engajamento no longo prazo.
Comunidade como arquitetura de comportamento
Outro movimento claro é a centralidade do componente social. O que antes era complementar agora se torna estrutural.
Quando o programa inclui desafios colaborativos, metas compartilhadas e espaços de troca, ele deixa de depender exclusivamente de disciplina individual e passa a se apoiar em dinâmica de grupo. O comportamento coletivo cria constância porque gera pertencimento, responsabilidade compartilhada e reforço social.
No Brasil, onde vínculos interpessoais têm peso significativo na experiência de trabalho, esse fator tende a ser ainda mais determinante. Estratégias que fortalecem comunidade não apenas incentivam hábitos saudáveis, mas também ampliam colaboração e coesão organizacional.
Engajamento real exige bem-estar na prática
Você investe em benefícios, comunica bem e conta com o apoio da liderança. Ainda assim, o engajamento perde força quando o cuidado não está integrado à rotina e à cultura da empresa.
O desafio deixou de ser oferecer acesso. Agora, é integrar o bem-estar às metas, à liderança e ao dia a dia das equipes. Quando o cuidado se conecta à atividade física, à saúde mental e ao senso de comunidade, ele deixa de ser campanha e se torna hábito. E hábito sustentado é o que fortalece o desempenho, aumenta a retenção e gera resultados consistentes no longo prazo.
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Referências
- OBSERVATÓRIO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. Smartlab – Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho. Acessado em fevereiro de 2026, em https://smartlabbr.org/sst
- GALLUP. State of the Global Workplace 2024. Acessado em fevereiro de 2026, em https://www.gallup.com/workplace/349484/state-of-the-global-workplace.aspx
- MCKINSEY & COMPANY. Future of Wellness 2025. Acessado em fevereiro de 2026, em https://www.mckinsey.com/industries/consumer-packaged-goods/our-insights/future-of-wellness-trends
- MERCER. Health on Demand 2025. Acessado em fevereiro de 2026, em https://www.mercer.com/insights/total-rewards/employee-benefits-strategy/health-on-demand-report/
- WELLHUB. Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026. Acessado em fevereiro de 2026, em https://wellhub.com/pt-br/recursos/panorama-do-bem-estar-corporativo-2026/
- WELLHUB. ROI do Bem-Estar: A Visão dos CEOs. Acessado em fevereiro de 2026, em https://wellhub.com/pt-br/recursos/roi-do-bem-estar-2025/
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